Segmento: farmácia e saúde

O cliente pede a marca. A economia está na substância

Ele digita o nome que está escrito na receita. A mesma substância, na mesma dosagem, costuma existir por metade do preço — e a loja que mostra isso ganha o cliente para a próxima reposição, não perde a venda desta.

O que muda nesse nicho

É o único varejo em que a loja ganha ajudando o cliente a trocar de produto

Em todos os outros segmentos, mostrar um equivalente mais barato é perder margem. Aqui é o que faz o cliente voltar na próxima reposição — e a reposição tem data.

  • A resposta certa costuma ser outro produto

    O cliente digita o nome comercial que viu na receita. A mesma substância, na mesma dosagem, costuma existir com outros rótulos e preço bem menor — e é o único varejo em que ajudar o cliente a trocar de produto constrói recompra em vez de perder venda.

  • A tarja muda o fluxo, não só o rótulo

    Item sob prescrição não é um produto com um selo a mais: é outro caminho, com receita, conferência e um profissional no meio. Tratar os dois iguais empurra a recusa para o fim do pedido.

  • É o varejo com o comprador mais velho

    E o dado que decide a compra é justamente o de corpo pequeno: dosagem, quantidade, concentração. Tipografia e área de toque, aqui, não são refinamento — são conversão.

Recurso → necessidade

Como a e-com.plus resolve

Só o que a plataforma tem hoje, com link pra página do recurso — e o que ela deliberadamente não faz.

  • Buscar pela substância, não pela marca

    Motor de busca inteligente

    Princípio ativo, nome comercial, dosagem e código no mesmo índice, com resposta rápida em catálogo extenso — foi o que destravou a operação da BarraDoce, com quase 4 mil SKUs. Catálogo de farmácia é maior que isso.

  • Agrupar equivalentes de verdade

    Especificações estruturadas e filtros

    Substância, dosagem, forma e tarja como atributo real, exposto na API. É o que permite montar a tabela de equivalentes a partir do seu catálogo, em vez de manter uma lista paralela que envelhece sozinha.

  • O fluxo de receita é código seu

    Frontend headless, com a API aberta

    A plataforma não valida receita nem substitui responsável técnico — isso é da sua operação e da regulação. O que ela dá é o que falta em storefront fechado: envio de documento, conferência antes da separação e liberação por um profissional são telas e regras que você constrói sobre a API, sem esperar fila de roadmap.

  • Uso contínuo acaba em data marcada

    Assinaturas e pedidos recorrentes

    Reposição programada no ritmo da própria cartela, com desconto por recorrência. O cliente agenda, pausa e cancela sozinho pelo painel, sem passar pelo seu atendimento.

  • Rede com várias unidades, entrega perto

    Multi CD com despacho pela origem mais próxima

    Cada loja da rede como estoque independente, área de atuação por faixa de CEP e seleção automática da origem mais viável — a base de quem quer competir em prazo de entrega no bairro.

  • Balcão, e-commerce e convênio na mesma casa

    Multilojas no mesmo backend

    Frente ao consumidor e frente corporativa rodando do mesmo catálogo, estoque e painel de pedidos, cada uma com domínio, identidade e descontos próprios.

  • Quem compra todo mês precisa de motivo pra voltar

    Programa de fidelidade

    Pontos e benefício por recorrência nativos, sem app cobrando por cliente cadastrado. Em farmácia é mais barato manter quem já compra do que disputar de novo a mesma reposição a cada ciclo.

Teste agora

Quanto o uso contínuo por assinatura soma por mês

Quem usa todo mês não deveria precisar lembrar de comprar. Simule a receita da reposição programada.

Comece conservador: uma parte pequena da base já muda a conta.

Entrega

Receita recorrente por mês

R$ 7.110

100 assinantes pagando R$ 71,10 por mês, no automático.

Em 12 meses
R$ 85.320
Entregas por ano
1.200
Desconto concedido no ano
R$ 9.480

Como o cliente vê no carrinho

Compra avulsa
R$ 79,00
Assinando, por mês
R$ 71,10
  • Você economiza R$ 7,90 por entrega

Simulação com os números que você informou, não previsão de resultado. A cobrança recorrente é feita no cartão de crédito do cliente.

Tema de referência

Bula: a loja de farmácia como ponto de partida

Loja navegável, publicada e com o código aberto. É o tema com o corpo de texto mais generoso do conjunto, e isso é decisão de projeto: o comprador de farmácia é mais velho que o do resto do varejo.

Primeira dobra da loja de demonstração Bula no celular

Primeira dobra no celular, como está publicada.

  • Princípio ativo acima do nome comercial

    A substância e a dosagem vêm antes da marca em todo card. Quem chega com um nome escrito num papel sai sabendo o que está levando — e é isso que serve na compra seguinte.

  • Tarja como faixa no topo do card

    A mesma faixa que existe na caixa, com o texto escrito ao lado da cor. Item que depende de receita diz isso na vitrine, não depois de o cliente montar o pedido.

  • Referência, genérico e similar na mesma tabela

    A seção repete substância e dosagem em vez de esconder o que é igual: a repetição é o argumento. Só o preço muda, e é o que a tabela deixa evidente.

Demonstração de tema: a marca é fictícia e o catálogo é de teste, compartilhado entre os exemplos. O que está em avaliação é a estrutura da loja, não os produtos.

Cases publicados

Catálogo grande e sistema corporativo, já rodando

Estudos de caso publicados no site, com número informado pelas próprias marcas.

  • BarraDoce — catálogo grande, busca lenta

    De outro segmento, e prova o problema de volume que farmácia tem em dobro: quase 4 mil SKUs e uma busca que na plataforma anterior levava até 10 segundos. Depois da migração: +78% em adições ao carrinho vindas de tráfego orgânico e mais de 4.000 páginas aprovadas em RUM pelo Google.

    “Percebemos logo nas primeiras semanas após migrarmos para a e-com.plus que o ticket médio aumentou, o site ficou muito mais fluido, rápido e agradável de se navegar.”
    — Tiago Basto, Diretor de E-commerce, BarraDoce
  • Tia Sônia — performance e ERP corporativo

    Indústria de alimento, e a base técnica que interessa aqui: nota 99 no PageSpeed depois de unificar dois domínios, conversão orgânica de 0,5% para 1,5%, e integração do Totvs Protheus feita pelo parceiro por conta própria usando as APIs abertas — o mesmo caminho de quem precisa amarrar o sistema da farmácia ao e-commerce.

Resultados informados pelas marcas e publicados no site. Cada operação tem seu contexto — não são projeção do que a sua vai alcançar.

A base por baixo

Sobre o que tudo isso roda

Tabela de equivalentes, envio de receita e reposição programada não são app comprado à parte. Dois deles a plataforma já tem; o terceiro depende de o storefront ser seu — e é aí que a arquitetura decide o que dá para fazer.

  • Headless e API-first

    O storefront é código aberto que passa a ser seu. Fluxo de receita, conferência por farmacêutico e integração com o sistema da farmácia são construídos sobre a mesma API — foi por APIs abertas e documentadas que o parceiro da Tia Sônia integrou o Totvs Protheus por conta própria.

  • Checkout aberto

    Você escolhe o gateway e a transportadora e negocia direto. Checkout transparente com Pix nativo e mais de 15 integrações de frete. Em ticket baixo e recompra frequente, cada ponto de taxa aparece no fim do mês.

  • Sem percentual sobre o faturamento

    O custo da plataforma não acompanha o valor das vendas: é mensalidade mais um valor por pedido, e nenhum percentual incide sobre o valor dos pedidos. Farmácia é o varejo de margem mais apertada e giro mais alto — é o item que mais pesa na comparação.

  • A parte regulatória continua sendo sua

    Autorização sanitária, responsável técnico e as regras da Anvisa para comércio eletrônico são da operação, não do software. A gente não vende conformidade: vende a base técnica sobre a qual ela é implementada, e conversa aberto sobre o que cada parte resolve.

Por que a e-com.plus

Quer ver isso na sua operação?

Sem pitch de vendas: uma conversa com o time técnico pra entender seu catálogo, como o fluxo de receita funciona hoje na sua farmácia e o que a migração exigiria. A parte sanitária continua sendo da sua operação — a conversa é sobre o que o software precisa suportar.